PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Telefone/Ramal: Não informado https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de QUALIFICAÇÃO: ANDERSON DA SILVA SOARES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDERSON DA SILVA SOARES
DATA: 29/03/2016
HORA: 14:00
LOCAL: C5-setor II
TÍTULO:

Discursos e representações do corpo na ditadura militar no Brasil (1968-1979). Orientador: Henrique Alonso de Albuquerque Rodrigues Pereira. Natal: UFRN/PPGH, 2016. Dissertação (Mestrado em História)


PALAVRAS-CHAVES:

Corpo; Ditadura; Discurso; Subjetividade; Tortura; Representação.


PÁGINAS: 129
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO:
O objetivo deste trabalho é discutir as representações e discursos sobre o corpo produzidos durante a ditadura civil- militar no Brasil (1968-1979). Para historicizá-los, pretendemos analisar documentos originários dos órgãos de censura e repressão (principalmente os originários do DCDP: Divisão de Censura de Diversões Públicas), cartas de cidadãos comuns endereçadas ao governo, registros de memórias, matérias de revistas e ainda vasta produção bibliográfica sobre o período pesquisado. Além da análise historiográfica, observamos particularidades e contradições que faziam parte do contexto histórico. Ainda a relação das esquerdas deste contexto com o corpo. Por meio deste exame, teremos condições de perceber o corpo como um locus privilegiado para abordar e compreender a sociedade daquele momento, seus elementos simbólicos e a produção de subjetividades. Buscamos na historicização do corpo, dar visibilidade as forças de poder e formas de saber que substanciavam os discursos e representações que sustentavam a censura e defesa da “moral e dos bons costumes” (ditame que foi recrudescido a partir do AI-5 em 1968) tão fomentada pelo regime ditatorial e pela parcela conservadora e autoritária da sociedade que os apoiava. Localizando discursos de controle, estigma, normatização e categorização dos corpos que eram considerados desviantes, imorais ou anormais. Inclui-se a discussão da dimensão política da prática da tortura, como o exercício de tentativa de controle e máximo poder punitivo aos corpos rebelados.

MEMBROS DA BANCA:
Interno - 336185 - DURVAL MUNIZ DE ALBUQUERQUE JUNIOR
Presidente - 6350775 - HENRIQUE ALONSO DE ALBUQUERQUE RODRIGUES PEREIRA
Interno - 1675519 - SEBASTIAO LEAL FERREIRA VARGAS NETTO
Notícia cadastrada em: 23/03/2016 09:42
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