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Banca de DEFESA: CHRISTINA MARIE BOGIAGES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CHRISTINA MARIE BOGIAGES
DATA: 04/12/2014
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 22 Escola de Música da UFRN
TÍTULO:

Explorando a Execução de Técnicas Estendidas no Oboé Encontradas em Quatro Peças Contemporâneas


PALAVRAS-CHAVES:

 Oboé. Técnicas estendidas. Gestos cênicos. Co-criação. Criação em tempo-real.


PÁGINAS: 105
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Artes
SUBÁREA: Música
ESPECIALIDADE: Instrumentação Musical
RESUMO:

O objetivo deste trabalho é auxiliar os oboístas interessados em explorar os “novos sons” e a mecânica funcional das “técnicas estendidas do oboé”. Atualmente, essas técnicas não são mais consideradas novas, contudo o termo “novos sons” remete-se à obra fundamental sobre “técnicas estendidas” de Bruno Bartolozzi, New Sounds for Woodwinds (1967). No decorrer do trabalho, são discutidas a relação entre o instrumento (o oboé) e as “técnicas estendidas”, e duas definições possíveis de “técnicas estendidas”, oferecidas por Luk Vaes (2009) e Gardner Read (1993). São abordados a forma e o motivo pelos quais alguns compositores têm utilizado “técnicas estendidas” em suas obras, incluindo uma breve discussão sobre “técnicas estendidas” na composição em tempo real (improvisação). Quatro peças são analisadas: I Know This Room So Well – Lisa Bielawa (2007-9); Four Pieces for Oboe and Piano – Ernst Krenek (1966); In Freundschaft – Karlheinz Stockhausen (1978); Atem – Mauricio Kagel (1969-70) e são investigadas as dificuldades e soluções associadas a cada “técnica estendida” encontrada nas peças. As seguintes fontes sobre “técnicas estendidas” foram utilizadas como base de pesquisa: Heinz Holliger, “Pro Musica Nova” (1972); Nora Post, “Monophonic sound resources for the oboe: Part I - Timbre”, “Part II- Pitch and other techniques” e “Multiphonics for the oboe” (1982); Gardner Read, “Compendium of Modern Instrumental Techniques” (1993); Peter Veale & Claus-Steffen Mahnkopf, “The Techniques of Oboe Playing” (1994); e Libby Van Cleve, “Oboe Unbound: Contemporary Techniques” (2004). O intuito deste trabalho é facilitar a aprendizagem dos oboístas interessados em estudar essas técnicas. Durante o processo de estudo e aprendizado, espera-se que o aluno explore não só o aspeto mecânico das técnicas, mas também as perguntas subsequentes sobre a estética do som, o conceito de gesto como elemento visual e sonoro adicional, e os processos de co-criação e criação em “tempo real”. 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1731258 - CLEBER DA SILVEIRA CAMPOS
Interno - 1808640 - DURVAL DA NOBREGA CESETTI
Externo à Instituição - JONATAS MANZOLLI - UNICAMP
Notícia cadastrada em: 01/12/2014 17:37
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