Banca de DEFESA: DIANA ARAUJO RODRIGUES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DIANA ARAUJO RODRIGUES
DATA : 30/08/2018
HORA: 09:00
LOCAL: a definir
TÍTULO:

CASA NOVA, VIDA NOVA? MOBILIDADE URBANA NOS EMPREENDIMENTOS MINHA CASA MINHA VIDA (FAIXA 1) NA REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL


PALAVRAS-CHAVES:

Mobilidade Urbana. Programa Minha Casa Minha Vida. Segregação Socioespacial. Estruturas de Oportunidades. RMNatal.


PÁGINAS: 163
RESUMO:

O termo mobilidade urbana foi empregado inicialmente como sinônimo de transporte urbano, só mais tarde a expressão mobilidade urbana passou a ser utilizada para definir algo mais abrangente, suscitando a necessidade de incorporar outros aspectos na ordenação dos deslocamentos nas cidades, indo além de planejar o sistema de transportes. O termo acessibilidade é frequentemente confundido com mobilidade e essa adição de expressões para se referir aos deslocamentos cotidianos indica na verdade uma mudança de paradigma, evidenciando o direcionamento do foco do planejamento da mobilidade urbana para as pessoas ao invés de para os veículos. Foi introduzida assim, a necessidade de empregar a ideia de sustentabilidade ao planejamento, e de subsidiar, por meio do planejamento da mobilidade, a redução das desigualdades e a inclusão social. As pesquisas mais atuais sobre transporte e mobilidade revelam a progressiva construção de uma reflexão mais aprofundada do ponto de vista dos aspectos e impactos sociais da mobilidade urbana, o que favoreceu o surgimento de novas perspectivas para propor práticas mais eficientes no planejamento de ações governamentais que não se restrinjam a solucionar apenas os problemas de tráfego, e que possam interferir no quadro de segregação socioespacial, ampliando o acesso a oportunidades para as camadas de baixa renda. Pesquisas indicam que na produção habitacional pelo Programa Minha Casa Minha Vida (faixa 1), na RMNatal, existem problemas no que diz respeito às localizações dos conjuntos. A premissa encontrada nestas pesquisas é de que os empreendimentos estão inseridos em áreas periféricas e desprovidas dos serviços e equipamentos necessários à reprodução cotidiana, o que configuraria um quadro de segregação socioespacial. Essa constatação prévia indicada nas pesquisas consultadas motivou a escolha do estudo empírico neste campo. O objetivo desta pesquisa é realizar uma análise mais específica e ampla dos empreendimentos deste programa (na RMNatal) no que tange às condições de mobilidade urbana, suplantando os diagnósticos já concebidos sobre a inserção urbana dos conjuntos, buscando compreender de que forma essas localizações configuram de fato um quadro de segregação, que reflexo isso tem para inserção dos moradores nas estruturas de oportunidades, e de que forma a mobilidade poderia interferir positivamente.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - Cristina Pereira de Araújo - UFPE
Presidente - 1149528 - MARCIO MORAES VALENCA
Interno - 2758574 - SARA RAQUEL FERNANDES QUEIROZ DE MEDEIROS
Notícia cadastrada em: 15/08/2018 09:59
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - | | Copyright © 2006-2023 - UFRN - sigaa22-producao.info.ufrn.br.sigaa22-producao