AÇÕES DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Internacionalização do Programa

 

 

2022

Parceria Internacional com o GEOCERES - Dinâmica Geoambiental de Ambientes Áridos e Semiáridos: conhecimentos, vivências e práticas de preservação e conservação ambiental

A professora Dra. Rebecca Luna Lucena, do GEOCERES, promoveu no Auditório da Pós Graduação do CERES, o curso “Dinâmica Geoambiental de Ambientes Áridos e Semiáridos: conhecimentos, vivências e práticas de preservação e conservação ambiental”, parte da disciplina Tópico Especial de mesmo nome, que foi ministrada pela professora Dra. Rebecca Lucena, professora Dra. Sara Fernandes (GEOCERES) e do professor Dr. Hugo Romero Aravena, da Universidad de Chile.

 

Além dos professores já mencionados, houve participação do professor Dr. José Lidemberg de Sousa Lopes (UNEAL) e do professor Dr. Marcelo de Oliveira Moura (UFPB), que ministraram palestras nos dias 13 e 14/06.

 

 

2021




 

2020


Mesmo sendo um programa jovem, os docentes entendem como fundamental uma maior inserção internacional com a publicação em periódicos internacionais, além de nacional/regional/local, com a publicação de artigos, coordenação e participação em eventos desenvolvidos no Brasil, com um maior foco no Nordeste na busca de uma maior difusão da ciência.

O Prof. Diógenes Felix da Silva Costa é pesquisador colaborador do Centre for Environmental and Marine Studies - CESAM/Universidade de Aveiro ((www.cesam.ua.pt/diogenesfscosta‎), Portugal e membro da International Society for Salt Lake Research (inclusive membro do comitê do encontro nacional em 2021 - https://www.icslr2021.es/organizing-committees/), onde atuou na Diretoria na gestão 2012-2014. Em 2010, participou da visita científica a University of Sfax/Tunísia e ao Instituto de Aquicultura de Torre de La Sal/IATS/Espanha. Entre 2010 e 2011, participou como pesquisador do Interdisciplinary Centre of Marine and Environmental Research - CIIMAR/Universidade do Porto, Portugal. No Brasil, é membro fundador da Associação Brasileira de Biogeografia (ABBIOGEO), onde atua como 1º Secretário na gestão 2018-2020, assim como 2º Tesoureiro da Associação Brasileira de Geografia Física (ABGeoFísica). É membro integrante do Instituto Nacional de Áreas Úmidas - INAU II (Rede Nacional de INCTs/CNPq), coordenando o sub-projeto "Delineamento e caracterização das áreas úmidas hipersalinas do litoral semiárido do Brasil" (convênio MCTI/CNPq/CAPES/FAPs - Proc.465436/2014-5/2017-2020). O professor coordenou o II Workshop de Biogegrafia em 2019, durante o Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada em Fortaleza-CE.

A Profa. Dra. Rebecca L. Lucena possui cooperação com a Ben-Gurion University of the Negev, que através do projeto WESAB - Women Empowerment in Sustainable Agriculture and Biotechnology for Dryland Systems e UFRN (Escola Agrícola de Jundiaí e CERES – Departamento de Geografia) – Via Defeso da Caatinga – Projeto que desenvolvemos em Currais Novos sob coordenação da profa. Dra. Magda Maria Guilhermino - http://www.negevnetwork.com/wesab. A professora é membro do Comitê de Bacias do Piranhas-Açu

O professor José João Lelis Leal de Souza é diretor do Banco de Solos do Estado de Minas Gerais (BSMG). O BSMG, criado em 2005, possui acervo de mais de 800 amostras de solos coletadas em áreas minimamente antropizadas e mais de 300 amostras em áreas antropizadas. Análises geradas a partir dessas amostras são responsáveis pela criação e atualização da legislação ambiental do Estado, bem como pelo monitoramento de áreas contaminadas e desastres ambientais, como os de Brumadinho e Mariana. O Banco possui acervo de 40 monólitos representativos de todas as ordens de solos do Brasil, tendo sido expostos em mais de 10 eventos nacionais e internacionais. Os principais parceiros do BSMG são: a) Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais; b) Universidade Federal de Lavras; c) Universidade de São Paulo; d) Universidade Federal de Minas Gerais. O professor também integra o Instituto Criosfera, Núcleo Terrantar - Rede de estudos avançados em solos e permafrost na Antártica e alta montanha sulamericana: monitoramento climático, teleconexões e dinâmica de carbono. O núcleo TERRANTAR é o mais antigo grupo brasileiro na pesquisa de solos na Antártica, sendo responsável pelo monitoramento da camada ativa e permafrost em mais de 20 sítios distribuídos em um gradiente pedoclimático na Antártica Continental, Peninsular e Marítima. Suas principais contribuições passam pelo estudo da dinâmica de recuo de geleiras, a colonização por micro-organismos, a dinâmica de estoque/emissão de gases de efeito estufa, a migração de aves e mamíferos, a variação de riqueza e abundância vegetal. A principal contribuição do núcleo é fornecer dados que permitam previsões mais precisas sobre a evolução climática futura. As determinações do TERRANTAR em seu componente de estudos de permafrost são parte da Rede Terrestre Global do Permafrost (GTPN), que investiga questões relativas ao impacto do aquecimento global para as regiões frias do planeta (tanto regiões polares quanto alpinas). As ações do TERRANTAR estão em consonância com o projeto Antarctic and Sub-Antarctic Permafrost, Soils and Periglacial Environments (ANTPAS), lançado em conjunto pela International Permafrost Association (IPA), pelo grupo de trabalho do SCAR - Antarctic Soils, Permafrost and Periglacial Environments dentro do Ano Polar Internacional. Principais parceiros internacionais do TERRANTAR: a) Estado Unidos: United States Department of Agriculture, Agricultural Research Service (USDA-ARS); b) Portugal: Antarctic Environments and Climate Change Research Group do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa; c) Austrália: University of Wollongong; d) Programas e organizações internacionais: Antarctic and Sub-Antarctic Permafrost, Soils and Periglacial Environments (ANTPAS).

O professor Saulo Roberto de Oliveira Vital coordena o Grupo de Pesquisa em Gerenciamento dos Riscos e Desastres Naturais que atualmente conta com a participação de professores de Portugal e Moçambique, na estrutura de seus pesquisadores. http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/685456.
É membro do Conselho Científico da Revista REGNE, Revista Okara, Revista William Morri Davis e da AGB (Secretaria Geral), Seção Caicó RN.

Atualmente, temos uma professora estrangeira, Ana Isabel Lillebo da Universidade de Aveiro, Portugal, como coorientadora de um dos mestrandos do programa, o aluno Diego Emanoel Moreira da Silva.

O site do programa está disponível nos idiomas português, inglês e espanhol.

O professor José Yure dos Santos coordenou o XXV Encontro Norte-rio-grandense de Geografia no ano de 2020.

 

 

2019


O Prof. Diógenes Costa integrada a cooperação científica entre o TRÓPIKOS - Grupo de Pesquisa em Geoecologia e Biogeografia de Ambientes Tropicais (UFRN) e o CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (Universidade de Aveiro - Portugal), no qual o Prof. Dr. Diógenes Costa é pesquisador colaborador (www.cesam.ua.pt/diogenesfscosta), em parceria com a Profa. Dra. Ana LillebØ (http://www.cesam.ua.pt/ana-lillebo), a qual também já integra o TRÓPIKOS, liderado pelo Dr. Diógenes.

Em junho de 2019, a professora Rosa Irma Trejo Vázquez, da Universidad Nacional Autónoma do México, veio participar de atividades no Programa de Pós-Graduação em Geografia - GEOCERES, ministrando o curso “Fitogeografia de Bosques Secos Tropicais”, a palestra “Biogeografia de zonas tropicais e subtropicais”e desenvolvendo cooperação técnica.

Em setembro de 2019, a Professora Ana Isabel Lillebo Baptista da UNIVERSIDADE DE AVEIRO (UAVR), em Portugal, participou de cooperação acadêmica com o Programa de Pós-Graduação em Geografia - GEOCERES, ministrando a palestra “Serviços ecossistêmicos em ambientes costeiros na Europa”, o minicurso “Classificação de Serviços Ecossistêmicos”, realizando visita técnica bem como colaborando no planejamento de atividades de cooperação em pesquisa.

Em novembro de 2019 a professora Ana Isabel Lillebo Baptista da UNIVERSIDADE DE AVEIRO (UAVR), em Portugal, veio participar, avaliar pôsteres e ministrar palestra sobre “Serviços ecossistêmicos prestados por ambientes costeiros da Europa” no Workshop sobre Biogeografia e Serviços Ecossistêmicos Prestados por Ambientes Costeiros, bem como desenvolver atividades de campo.

Em novembro de 2019 a professora CARMEN IVELIZE V DO S NETO DOS SANTOS, da Universidade Agostinho Neto, na Angola, participou de mesa redonda no Workshop sobre Biogeografia e Serviços Ecossistêmicos Prestados por Ambientes Costeiros, bem como em atividades de campo.

A Profa. Dra. Rebecca L. Lucena possui cooperação com a Ben-Gurion University of the Negev, que através do projeto WESAB - Women Empowerment in Sustainable Agriculture and Biotechnology for Dryland Systems e UFRN (Escola Agrícola de Jundiaí e CERES – Departamento de Geografia) – Via Defeso da Caatinga – Projeto que desenvolvemos em Currais Novos sob coordenação da profa. Dra. Magda Maria Guilhermino - http://www.negevnetwork.com/wesab.

O professor José João Lelis Leal de Souza é pesquisador vinculado ao Banco de Solos do Estado de Minas Gerais e Instituto Criosfera, Núcleo Terrantar - Rede de estudos avançados em solos e permafrost na Antártica e alta montanha sulamericana: monitoramento climático, teleconexões e dinâmica de carbono. Participa do Projeto TERRANTAR – Mudanças na criosfera terrestre, ecossistemas, e permafrost da Antártica e vizinhanças, que faz parte do INCT Criosfera.
O núcleo TERRANTAR tem o papel de articular e agregar grupos brasileiros na pesquisa do permafrost (i.e., o solo permanentemente congelado). A principal contribuição do Núcleo TERRANTAR ao INCC será a aquisição em tempo real de um conjunto de dados temporal e espacialmente distribuídos de forma a representar o estado do permafrost e da camada ativa ao longo de um gradiente pedoclimático da Antártica.
As determinações do TERRANTAR em seu componente de estudos de permafrost são parte da Rede Terrestre Global do Permafrost (GTPN), que investiga questões relativas ao impacto do aquecimento global para as regiões frias do planeta (tanto regiões polares quanto alpinas). As ações do TERRANTAR estão em consonância com o projeto Antarctic and Sub-Antarctic Permafrost, Soils and Periglacial Environments (ANTPAS), lançado em conjunto pela International Permafrost Association (IPA), pelo grupo de trabalho do SCAR - Antarctic Soils, Permafrost and Periglacial Environments dentro do Ano Polar Internacional.
Principais parceiros internacionais:
Estado Unidos: United States Department of Agriculture, Agricultural Research Service (USDA-ARS)
Portugal: Antarctic Environments and Climate Change Research Group do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa
Programas e organizações internacionais:
Antarctic and Sub-Antarctic Permafrost, Soils and Periglacial Environments (ANTPAS).

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