Banca de DEFESA: RAISSA CLÁUDIA EUFRÁZIO DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RAISSA CLÁUDIA EUFRÁZIO DE OLIVEIRA
DATA : 01/06/2018
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Programa de Biologia estrutural e funcional
TÍTULO:

ORGANIZAÇÃO CITOARQUITETÔNICA, NEUROQUÍMICA E MORFOMÉTRICA DO CLAUSTRO/ENDOPIRIFORME DO MORCEGO (Artibeus planirostris).


PALAVRAS-CHAVES:

claustro, endopiriforme, citoarquitetura, nissl, imunofluorescência.


PÁGINAS: 60
RESUMO:

O Claustro (Cl) faz parte dos núcleos da base e é constituído anatomicamente de duas principais subdivisões: dorsal ou Cl insular, e o Cl ventral medial situado no córtex piriforme. A forma do Cl varia de espécie para espécie e o seu tamanho aumenta em proporção com o volume do neocórtex. O núcleo Cl pode desempenhar papel fundamental no processamento de informações no cérebro, correlacionada a diferentes atividades desenvolvidas pela ativação do córtex sensorial que se interliga com sensações distintas. É dividido em três compartimentos funcionais: um anterodorsal conectado com o córtex somatossensorial e o córtex motor, um dorsal posterior conectado ao córtex visual e uma área ventral ligada ao córtex auditivo. Enquanto a função exata do Cl permanece especulativa, estudos realizados em cérebros de ratos têm atribuído um papel integrador multimodal para ele com relação às conexões atribuídas entre o Cl e o córtex cerebral (cx), à medida que diversas funções, tais como as somatossensoriais, visuais e auditivas podem estar associadas a esse núcleo. Com o objetivo de descrever a citoarquitetura e a neuroquímica desse núcleo, foram analisadas secções coronais do encéfalo do morcego Artibeus planirostris, coradas pelo método de Nissl e secções submetidas à técnica de imunofluorescência apresentando as proteínas ligantes de cálcio Calbindina (CB), Calretinina (CR) e Parvalbumina (PV), a fim de delimitar e observar a expressão dessas proteínas no Cl/En. A CB não expressou imunorreatividade nas demais subdivisões do Cl. A CR foi percebida em apenas algumas células do Cl em nível médio, já a imunorreatividade à PV foi percebida com evidência nos níveis rostral, médio e caudal do Cl/En. Assim, tendo em vista a posição estratégica do Cl, as evidências funcionais e hodológicas associadas em diversos estudos, acreditamos que o estudo da morfologia dessa área em quirópteros possa verdadeiramente auxiliar na elucidação do papel do Cl no sistema nervoso e ao mesmo tempo compreender as vias permeadas pela evolução dos núcleos subcorticais.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - EUDES EULER DE SOUZA LUCENA - UERN
Presidente - 4363493 - EXPEDITO SILVA DO NASCIMENTO JUNIOR
Externo ao Programa - 1733434 - RENATA FIGUEIREDO ANOMAL
Notícia cadastrada em: 11/05/2018 10:19
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