Banca de QUALIFICAÇÃO: AUZELIVIA PASTORA REGO MEDEIROS FALCAO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AUZELIVIA PASTORA REGO MEDEIROS FALCAO
DATA: 15/12/2014
HORA: 08:30
LOCAL: SALA 2 DO 4º Subsolo do HUOL
TÍTULO:

UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA DE ENSINO PARA O DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO CLÍNICO NO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN).


PALAVRAS-CHAVES:

Mapas conceituais, Ensino, Insuficiência Hepática


PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
SUBÁREA: Clínica Médica
RESUMO:

CONTEXTO: No amplo rol das habilidades pertinentes ao profissional médico, é indubitável a necessidade do seu raciocínio clínico fundamentado e coeso, para que o cuidado médico seja, de fato, efetivo. No cerne desta questão, surgem os mapas conceituais, que consistem em uma inovação metodológica que possibilita uma visão integradora, panorâmica e associativa do conteúdo teórico, tornando-o mais prático e aplicável à realidade da observação clínica. Promoção do aprendizado, recurso de aprendizado, sistema de feedback entre professor e aluno e meio de avaliação e acompanhamento do desempenho dos alunos ao longo de sua formação são as vertentes principais dessa ferramenta. OBJETIVO: Avaliar a utilidade dos mapas conceituais como ferramenta de ensino-aprendizagem na formação de estudantes de graduação do curso de medicina da UFRN. METODOLOGIA: Estudo intervencional, seccional, randomizado, realizado com estudantes de medicina dos 3º e 5º períodos do curso de medicina da UFRN, durante o semestre acadêmico 2014.2, totalizando 86 participantes, agrupados em dois grupos: GI (intervenção) e GII (controle) em cada semestre acadêmico. RESULTADOS: O uso de mapas conceituais para ensino da síndrome de Insuficiência Hepática resultou em ganho cognitivo, estatisticamente significante, para os alunos do GI, do quinto período (GI: 6,8±1,6 e 8,0±1,5, p = 0,024; GII: 7,2±2,1 e 8,0±1,7, p = 0,125, médias pré e pós-intervenção, respectivamente), fato não observado no terceiro período (GI: 7,7±1,3 e 8,0±1,4, p = 0,501; GII: 6,7±1,8 e 7,8±1,8; p = 0,068, médias pré e pós-intervenção, respectivamente). A maioria dos estudantes não conhece a ferramenta (53,8% do terceiro período e 65,3% do quinto período). Dentre os que conhecem os mapas conceituais, a maioria (59,3%) somente a utilizaram durante o ensino médio, 14,8% nunca a haviam utilizado e apenas sete alunos (25,9%) a utilizam durante o curso de Medicina. CONCLUSÃO: Apesar do pouco conhecimento da ferramenta, a boa aceitabilidade e compreensão da mesma pode ser observada entre os participantes do estudo. Entretanto, faz-se necessária a análise de outros dados como o conhecimento do estilo de aprendizagem desses alunos, especialmente do terceiro período, para entendermos melhor sua relação com a melhoria do desempenho cognitivo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2495713 - ROSIANE VIANA ZUZA DINIZ
Externo ao Programa - 2171406 - ELAINE LIRA MEDEIROS BEZERRA
Externo ao Programa - 2075571 - LUCAS PEREIRA DE MELO
Notícia cadastrada em: 12/12/2014 16:45
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