PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Telefone/Ramal: Não informado https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de QUALIFICAÇÃO: VICTOR GABRIEL CAMPÊLO ASSUNÇÃO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VICTOR GABRIEL CAMPÊLO ASSUNÇÃO
DATA: 26/03/2012
HORA: 15:00
LOCAL: Sala C4 do Setor II de aulas da UFRN
TÍTULO:

AS MULTIDÕES ENTRAM EM CAMPO: A CONSTRUÇÃO DO MACHADÃO E OS ESPAÇOS DE LAZER E PRÁTICA ESPORTIVA EM NATAL (1950-1972)


PALAVRAS-CHAVES:

Representações espaciais, cultura esportiva, políticas públicas de esporte, Cidade do Natal/RN.


PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO:

Esta dissertação tem como propósito analisar a construção do estádio Castelo Branco (atual João Machado, vulgo Machadão), enquanto projeto arquitetônico e urbanístico. Procurando perscrutar as camadas discursivas presentes nos projetos de estádio de futebol para a cidade do Natal a partir da década de 1950, entre eles, “Estádio Santos Reis” (1951-56) projeto surgido durante o mandato do governador Sílvio Pedroza, passando  pelo “Estádio Olímpico de Natal” (1959-1963) iniciativa do Prefeito Djalma Maranhão até a constituição da Fundação de Esportes de Natal (FENAT) (1967) e as ações dos governos de Agnelo Alves e Cortez Pereira  na execução e inauguração da obra em 1972. Estes projetos, bastante diferenciados em suas concepções urbanísticas e arquitetônicas, guardam em comum a perspectiva do projeto de inserção popular no esporte, são fruto de uma cultura e de uma prática política que surgem da nova configuração da cidade, do seu grande crescimento populacional. Para além do atendimento de uma demanda esportiva funcionalista, os projetos de construção do estádio municipal são reveladores da política do Estado em relação as classes populares,  e consequentemente permitem o exame das diferentes concepções de lazer, cultura e esporte presentes em cada um deles. A memória oficial dos construtores do estádio municipal nos revela a perspectiva de um movimento monolítico e unilateral, este trabalho tem por objetivo expor as fraturas e descompassos do monumento, revelar os extratos discursivos que constituem o poema e o concreto.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1673791 - HAROLDO LOGUERCIO CARVALHO
Presidente - 1170781 - MARGARIDA MARIA DIAS DE OLIVEIRA
Interno - 1088824 - RAIMUNDO NONATO ARAUJO DA ROCHA
Notícia cadastrada em: 12/03/2012 11:56
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