PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Telefone/Ramal: Não informado https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de DEFESA: DANIEL BERTRAND - (Retificação)

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: DANIEL BERTRAND

DATA: 05/10/2010

HORA: 10:00

LOCAL: AUDITORIO C DO CCHLA

TÍTULO:

Patromônio, memória e espaço: a construção da paisagem açucareira do Vale do Ceará-Mirim.


PALAVRAS-CHAVES:

Patrimônio, Arqueologia, Paisagem e Cultura Material.


PÁGINAS: 136

GRANDE ÁREA: Ciências Humanas

ÁREA: História

SUBÁREA: História do Brasil

ESPECIALIDADE: História Regional do Brasil

RESUMO:

Este trabalho tem o objetivo de entender como a instalação da cultura açucareira ao longo do rio Ceará-Mirim definiu a organização espacial do Vale, configurando assim a paisagem. Esse espaço começou a ser definido somente na segunda metade do século XIX, quando se iniciou o cultivo da cana de açúcar nas terras localizadas nas margens do rio Ceará-Mirim. A passagem deste período de grande prosperidade pode ser observada através do patrimônio material ainda presente na região. Percorrendo o Vale, verificamos um número considerável de construções arquitetônicas, muitas em ruínas, ligadas a esse momento histórico. Essa percepção, causada por essas construções, nos leva há uma viagem ao passado, para um tempo caracterizado por casas-grande, engenhos, plantações de cana, senhores de engenho, escravos, etc. Os referenciais que nos levam a considerar os engenhos de açúcar localizados ao longo do Vale do Ceará-Mirim como patrimônio, que carregam toda uma bagagem histórica, remete-nos a primeira metade do século XX. Nesse período, dois movimentos culturais tiveram um papel decisivo na construção de uma identidade nacional, o modernismo, arquitetado por intelectuais do eixo Rio – São Paulo, e o regionalismo, idealizado por intelectuais pernambucanos. O patrimônio material identificado ao longo do Vale do Ceará-Mirim definiu a sua atual organização espacial, configurando a paisagem. Mas devemos conceber essa paisagem de duas formas: primeiro, como uma representação material das praticas sociais realizadas neste espaço, onde aspectos sociais, culturais, econômicos e ambientais interagiram para a sua formação; como também, uma paisagem que carrega toda uma bagagem histórica formada ao longo do século XX.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1160787 - DOUGLAS ARAUJO
Interno - 1543236 - MARCIA SEVERINA VASQUES
Externo à Instituição - WALTER FAGUNDES MORALES - UESC-BA
Notícia cadastrada em: 18/11/2010 12:09
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