PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Telefone/Ramal: Não informado https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de DEFESA: ISA CRISTINA BARBOSA ANTUNES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISA CRISTINA BARBOSA ANTUNES
DATA : 28/08/2017
HORA: 16:00
LOCAL: Auditório I - DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS
TÍTULO:

LEPROSÁRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS (1923-1941): O ESPAÇO FÍSICO E AS PRÁTICAS MÉDICAS.


PALAVRAS-CHAVES:

Saúde; Leprosário São Francisco de Assis; Lepra.


PÁGINAS: 176
RESUMO:

Este trabalho objetiva analisar como ocorreu a construção e o funcionamento do Leprosário São Francisco de Assis, entre os anos de 1923 a 1941. Construído em 1926 e inaugurado oficialmente no ano de 1929, em uma área distante seis quilômetros da cidade, este espaço tinha a função de isolar todos os leprosos notificados no Estado do Rio Grande do Norte. A lepra, definida atualmente como doença crônica e bacteriológica, de notificação compulsória, durante a década de 1920 fez parte do grupo das endemias que eram vistas como problema nacional. O combate à lepra, regulamentado pelo Decreto nº 16.300, de trinta e um de dezembro de 1923, foi realizado através do isolamento compulsório dos doentes em leprosário ou colônias agrícolas. Seguindo a diretriz nacional, de combate à lepra, o Rio Grande do Norte edificou o Leprosário São Francisco de Assis. Dirigido pelo Médico Varela Santiago, o Leprosário foi construído para oferecer aos doentes uma vida plena, com atividades de trabalho, de lazer e tratamento adequado. Diante desses apontamentos questionei quais as razões para a construção desse isolamento? Como esse espaço foi estruturado fisicamente? Quem foram os seus internos? Quais as práticas desenvolvidas nesse espaço? O presente trabalho está baseado na articulação da História da Doença e da história do Espaço, assim meu objetivo é investigar as mudanças e permanências ocorridas no espaço concreto, o Leprosário São Francisco de Assis, desenvolvidas no combate a lepra.  Para responder aos questionamentos propostos utilizei como fonte: jornais entre os anos de 1920 a 1950, publicados em diferentes cidades como: Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Maranhão; Documentos oficiais, como Decretos, Resoluções e Mensagem dos Governadores apresentadas na Assembleia Legislativa; Documentos clínicos presentes no arquivo do Leprosário São Francisco de Assis.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1088824 - RAIMUNDO NONATO ARAUJO DA ROCHA
Interno - 1149464 - HELDER DO NASCIMENTO VIANA
Externo à Instituição - GABRIEL LOPES ANAYA - FIOCRUZ-MG
Externo à Instituição - IRANILSON BURITI DE OLIVEIRA - UFCG
Notícia cadastrada em: 28/08/2017 12:53
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