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Banca de DEFESA: ANA LUISA LINCKA DE SOUSA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ANA LUISA LINCKA DE SOUSA
DATA : 11/05/2022
HORA: 14:30
LOCAL: Sala virtual – Google Meet
TÍTULO:

Biblioteca do corpo: movimentos iniciantes e horizontes possíveis para inclusão de obras de dança em acervos institucionais


PALAVRAS-CHAVES:

Grupo de Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Espetáculos de dança. Arquivo de dança. Acervo de dança. Dança e memória.


PÁGINAS: 96
RESUMO:

Esta dissertação objetiva refletir acerca do processo de criação de um acervo de dança na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a partir do vasto entendimento de que a dança é uma área do conhecimento inserida na Universidade, propomos o início de uma memória para a dança. Apresenta os trabalhos coreográficos do Grupo de Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (GDUFRN) como obras artísticas de dança resultantes de pesquisas corporais, laboratórios e estudos do corpo, realizados pelos seus componentes. Entende os espetáculos do GDUFRN como patrimônios artístico-culturais merecedores de preservação e divulgação, ao longo de trinta anos de existência, via projeto de extensão universitária. Parte do mais recente trabalho do GDUFRN – “(Des)Caminhos” – como espetáculo potencial a ser estudado e disponibilizado no sistema Acervus da UFRN. Discorre sobre a filosofia e a memória da dança, destacando seus entendimentos e diferenças para evidenciar o que é possível guardar desta arte efêmera. Considera a histórica preocupação da preservação das performances artísticas das artes da cena em contraste ao que é possível arquivar em dança. Evidencia a urgência da construção de um acervo de dança embasada por políticas culturais nacionais e institucionais. Por meio dos relatos dos bailarinos-intérpretes-criadores do GDUFRN e demais materiais vinculados ao acontecimento, utilizando como fio condutor a metodologia fenomenológica-existencialista de Merleau-Ponty, por entender o corpo como portador de conhecimento e a dança como um fenômeno entrelaçado à experiência do sujeito em seu tempo, no qual somos também objetos. Como resultado, são evidenciados os pontos de acesso e características específicas para que a dança ocupe os acervos, concluindo que existe um caminho possível para o início da memória da dança na UFRN, por meio de um arquivo vivo e interligado, vinculado à Universidade.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2276305 - ANDRE CARRICO
Presidente - 2200162 - TEODORA DE ARAUJO ALVES
Externo à Instituição - VALÉRIA MARIA CHAVES DE FIGUEIREDO - UFMG
Notícia cadastrada em: 11/04/2022 09:38
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