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Banca de DEFESA: FRANCO WILLAMY LIMA DA FONSECA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : FRANCO WILLAMY LIMA DA FONSECA
DATA : 27/02/2020
HORA: 10:00
LOCAL: sala 12, DEART
TÍTULO:

AGORA CHUPA ESSA MANGA - A CENA PÓS COQUETEL: INTERFACES DA AIDS NAS ARTES DA CENA


PALAVRAS-CHAVES:

Aids, Artes Cênicas, Epidemia discursiva, Metáfora, Pós coquetel.


PÁGINAS: 141
RESUMO:

CONTRA INDICAÇÕES Este trabalho lê a aids como metáfora e defende o uso da metáfora a partir da construção ensaiada pela autora Susan Sontag (2007). Aqui apresento algumas provocações em formato de gota, uma gota reagente dos fluídos da pesquisa na qual discutimos as representações poéticas da aids nas artes da cena e como estas interagem com elementos intrínsecos a uma cultura caracterizada pelo domínio masculino, pelas disparidades sociais entre as fronteiras de gênero, classe e raça. Esta dose que lhes apresento é um compilado de escritos em formato de ensaios, casca, polpa e caroço da pesquisa sobre a noção de “pós coquetel” elaborada por Alexandre Nunes (2015). Neste escrito faço um relato reflexivo e dialogo em primeira pessoa sobre as experiências de campo que foram realizadas entre 2018 e 2020 e suas reverberações para esta pesquisa no campo prático e teórico. Ao tomar essas doses enxergo demarcações de territórios bem questionáveis sobre a carência do protagonismo de artistas soropositivos falando acerca da temática da aid$ e de como a noção de literatura pós coquetel pode ser lida como uma possível representação para o exame discursivo da epidemia nas artes da cena no Brasil. Esta representação dialoga com ideia de “epidemia discursiva” refletida por Marcelo Secron Bessa (1997) e ambas surgem no campo literário, sendo aqui contaminadas para um contexto no qual a epidemia se dá no âmbito nacional das artes da cena. Experimento lançar um olhar pós coquetel às artes da cena, e exemplifico como esta noção influencia a leitura dos processos criativos e no meu caso em uma dialética entre o erótico e o político. Encerro nossa conversa ensaiada na descrição de Práticas Contaminadas, tópico que reúne as atividades ainda em análise de dados, que expõe as práticas artísticas, pedagógicas e informativas da pesquisa em curso, que seguirá em movimento ainda depois de sua defesa de mestrado. Por fim, discorro sobre a ideia de Afeto colateral do qual sua principal reverberação é a performance Agora Chupa Essa manga.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - JOSE DUARTE BARBOSA JUNIOR - IFRN
Interna - 1755707 - KARYNE DIAS COUTINHO
Interna - 830.107.854-53 - LUCIANA DE FÁTIMA ROCHA PEREIRA DE LYRA - UERJ
Presidente - 1754863 - ROBSON CARLOS HADERCHPEK
Notícia cadastrada em: 13/02/2020 16:01
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