Banca de DEFESA: MARINA CASTRO LEMMOS LOPES CARDOSO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARINA CASTRO LEMMOS LOPES CARDOSO
DATA : 28/06/2019
HORA: 09:00
LOCAL: SALA V
TÍTULO:

ÍNDICES RADIOMORFOMÉTRICOS E O RISCO DE FRATURA OSTEOPORÓTICA EM IDOSOS


PALAVRAS-CHAVES:

Idosos, radiografia panorâmica, risco de fratura óssea, índices radiomorfométricos  


PÁGINAS: 35
RESUMO:

Uma das principais causas de mortalidade e morbidade em indivíduos com 60 anos ou mais é a fratura óssea como consequência da osteoporose. É sabido que a baixa densidade mineral óssea (DMO) é um fator de risco para essas fraturas, sendo a densitometria óssea o exame padrão ouro para o diagnóstico da DMO. Visto que o exame apresenta alto custo e não está disponível para grande parte da população brasileira, métodos alternativos como os índices radiomorfométricos obtidos pela análise de radiografias panorâmicas têm sido empregados para auxiliar na identificação precoce da diminuição da DMO, atuando como possível rastreio de pacientes com alto risco de fratura (RF) óssea osteoporótica. Nesta perspectiva, esta pesquisa objetivou avaliar o RF óssea em idosos através do índice clínico de fratura já validado FRAX, assim como mensurar os índices radiomorfométricos relacionados à DMO desses pacientes. É um estudo observacional de corte transversal e de associação, no qual foi avaliada a associação entre os índices radiomorfométricos e índice FRAX. A amostra foi composta por idosos de ambos os sexos que realizaram radiografia panorâmica no Serviço de Imagenologia Odontológica do Departamento de Odontologia da UFRN, através da qual foram avaliados os índices radiomorfométricos por uma radiologista experiente. Foi aplicado um questionário clínico, verificado peso, altura e calculado o RF óssea osteoporótica. Diante da amostra de 70 idosos, a mediana da idade foi de 68,5, houve um predomínio de mulheres na amostra (67,1%), a mediana do risco de fratura maior osteoporótica (FMO) foi 4,2%, o risco de fratura de quadril (FQ) 1,3%, o índice mentual (IM) teve média de 3,29 mm. O índice panorâmico mandibular médio foi 0,40 e a classificação qualitativa de cortical mais predominante foi com erosão moderada (C2), em 57,1% dos casos. A correlação intraclasse (CCI) realizada com as radiografias panorâmicas demonstrou alta concordância. Através do teste de Correlação de Pearson foi verificado que o IM, a idade da menopausa e tempo de menopausa apresentaram correlação com o risco de FMO. O tempo de menopausa também apresentou correlação com o risco de FQ. As demais variáveis independentes analisadas pelo teste de Mann-Whitney não mostraram associação com os riscos de FMO e FQ. Os resultados permitem concluir que corticais mandibulares com espessuras mais finas mensuradas em radiografias panorâmicas por radiologistas, podem atuar como achado radiográfico para riscos mais altos de fratura óssea osteoporótica em idosos atendidos no Departamento de Odontologia da UFRN.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2644142 - PATRICIA TEIXEIRA DE OLIVEIRA
Interna - 347125 - ANA MIRYAM COSTA DE MEDEIROS
Externa à Instituição - PATRICIA MEIRA BENTO - UEPB
Notícia cadastrada em: 06/06/2019 09:08
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