Banca de DEFESA: ELOIZA ELENA CAMPOS DA SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ELOIZA ELENA CAMPOS DA SILVA
DATA : 23/11/2022
HORA: 15:00
LOCAL: Google Meet - https://meet.google.com/yfe-ryvo-hfp
TÍTULO:

AVALIAÇÃO, CONDUTA E CONHECIMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM PACIENTES PÓS-ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: UM ESTUDO TRANSVERSAL COM FISIOTERAPEUTAS BRASILEIROS


PALAVRAS-CHAVES:

Incontinência Urinária. Acidente Vascular Cerebral. Fisioterapia.


PÁGINAS: 52
RESUMO:

Introdução: O Acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de incapacidade funcional e óbito no mundo. Seus efeitos incapacitantes dependem da área cerebral afetada. Normalmente há um foco maior nas repercussões sensório-motoras, porém aproximadamente 53% dos pacientes acometidos relatam Incontinência urinária (IU) após quatro semanas do AVC. A IU pode desencadear sequelas que afetam diretamente a qualidade de vida dos indivíduos, um problema de saúde pública e é preciso saber se os profissionais de saúde como os fisioterapeutas brasileiros possuem conhecimento sobre essa temática. Objetivos: O presente estudo objetivou-se a avaliar o conhecimento dos fisioterapeutas brasileiros sobre a incontinência urinária em pacientes pós-AVC, sua avaliação e tratamento. Material e métodos: Trata-se de um estudo observacional, transversal e analítico. Foi realizado em nível nacional, através de formulário online, a população do estudo foi composta de profissionais fisioterapeutas brasileiros, registrados no conselho, maiores de 18 anos e que atua na prática clínica da reabilitação de pacientes pós-AVC em qualquer região do país. Os participantes responderam a um questionário contendo perguntas de identificação, de conhecimento sobre a IU no pós – AVC. Resultados: Foi possível observar que os fisioterapeutas brasileiros que atuam na reabilitação pós-AVC reconhecem bem os tipos de incontinência urinaria, porém relatam pouco ou nenhum conhecimento da IU no pós-AVC. Além disso, a maior parte destes profissionais não avalia e não trata diretamente a IU em pacientes pós-AVC no processo de reabilitação. Mais da metade dos profissionais relata que a principal conduta é o encaminhamento a outros profissionais. Conclusão: Tais resultados evidenciam a necessidade de incentivo, capacitação e orientação desses profissionais desde a graduação para que possam desempenhar um atendimento menos fragmentado e mais centrado nas necessidades do paciente. 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1032531 - ALINE BRAGA GALVAO SILVEIRA FERNANDES
Externa ao Programa - 2446479 - LILIAN LIRA LISBOA - UFRNExterna à Instituição - LUCIANA PROTASIO DE MELO - UES - RN
Notícia cadastrada em: 08/11/2022 15:02
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